Publicado por: Jean Dettenborn | 08/02/2010

Morar sozinho: o início

Meus pais foram pra praia. Levaram cão, irmã e todos os conhecimentos de cuidados do lar e culinária. Deixaram por aqui o único filho (eu!), dois gatos, uma lista de conselhos e uma casa enorme pra eu cuidar. São 45 dias! Nunca fiquei tanto tempo assim sozinho em casa!

Então, a série “Morar sozinho” vai servir pra eu contar algumas das histórias que aconteceram (e vão acontecer) durante esses 45 dias.

Entre elas estão formigas, facas, monstros da pia, laranjas e gatos. Durante essa semana eu vou começar a contar essas belas e fantásticas fábulas da independência. Volte amanhã, amigão!

Publicado por: Jean Dettenborn | 08/02/2010

Chave de armário

Uma das coisas mais perigosas do mundo: esquecer a chave do armário de algum lugar muito frequentado. Esse é o tema de um post do blog Na Pilha!. Adivinha quem foi o muso inspirador do post?

Curte a vibe no seguinte link: clique aqui

Publicado por: Jean Dettenborn | 18/01/2010

Comercial de chat

Enquanto isso, na agência de publicidade…

- Olá! Bom dia, chefe!

- B’Dia!

- Terminei o texto pro comercial do Disk Sexy Porn! Até tomei a liberdade de imaginar como daria pra montar o vídeo.

- Ótimo! Fale!

- “Ei! Você aí sentado na cadeira!”. Daí aparece um cara triste, sentado na cadeira. Imagem em tons de cinza.

“Chega de tanta solidão! Ligue agora mesmo pro Disk Sexy Porn!”. Daí aparece uma loira de sainha discando no celular. “Aqui tem um monte de gente bacana e bonita esperando pra falar com você.”. Aí entra o pessoal ao redor da piscina, falando no celular! “Nosso serviço é a prova de trotes! Largue estes sites pornôs da internet e ligue para nós, aqui é todo mundo de verdade. Está esperando o que? Ligue agora!”

Dá um flash branco! “Se a coisa esquentar, você pode levar sua gatinha ou gatinho pra uma sala reservada discando o ‘número da paixão’ seguido por asterisco.”! Nessa parte a gente divide a tela em duas partes, uma vai ter o cara saradão e, na outra, a loira. A gente pode pôr um efeito de chamas na tela pra dar o efeito de calor! Daí finaliza com duas gostosas falando ao mesmo tempo “Ainda está esperando o que? Ligue agora mesmo! Estamos esperando você!”. Lembrando que durante o comercial inteiro o número fica piscando em amarelo e tocando uma música eletrônica. Que tal?

- GÊNIO!

"Estamos esperando você!"

O fotógrafo Phillip Toledano fez um trabalho incrível fotografando operadores de “Phone Sex”, o nosso disk sexo. As fotos e as histórias de alguns desses operadores podem ser conferidas no site phonesexthebook.com.

Publicado por: Jean Dettenborn | 15/01/2010

A origem do óculos de sol

Lá no período pré-clássico, os Maias estavam com um problema: os olhos doíam muito enquanto trabalhavam. Motivo: a alta taxa de insolação! Para resolver esse problema, eles criaram os óculos escuros. Com lentes polarizadas, os Maias podiam trabalhar muito melhor e, além disso, ganharam muito dinheiro criando a marca Ray-Ban e vendendo por toda a América.

Então, no auge do comércio, chegaram os colonizadores. Acabaram com eles e compraram a patente da marca. Daí os óculos ficaram banais. Outras marcas surgiram para comercializar, como a Christian Dior, Diesel, Gucci, Versace…

O tempo foi passando e surgiu a pirataria. Os produtos de qualidade duvidosa e preço acessível foram ganhando espaço. Até que então, todas as marcas foram à falência. Afinal, ninguém pôde competir com a avalanche pirata. A classe baixa achou tão chique usar tais apetrechos, que usavam até de noite, em bailes funk.

Hoje, em 2050 (estavam errados sobre 2012), os óculos piratas viraram uma mania tão grande e tomaram proporções tão astronômicas que, por uma invenção dos Maias, todos são cegos.


Esse texto é uma re-edição do texto original escrito por mim em 17 de agosto de 2008

Publicado por: Jean Dettenborn | 07/01/2010

Moedas

Se esse é seu sonho, acorde! Tente dar um pulo num monte de moedas pra ver se não dói, tente!

Tenta fazer isso e depois me conta se as moedas ficaram sujas de sangue, ok?

Tenho uma lista de coisas que eu simpatizo, curto, gosto, amo, não curto, não gosto, não amo, odeio, detesto e uma caixa cheia de moedas.

Na antiguidade, tudo era feito na base da troca. Era genial! Se você tinha uma ovelha, podia trocar por dois porcos. Ou se você precisava de uma vaca, podia trocar por algumas galinhas. É um sistema quase perfeito, só não é perfeito porque não é muito cômodo ou confortável. Afinal, carregar uma vaca, porco ou galinha no bolso, não é pra qualquer um.
O sistema de trocas era quase um conto de fadas. Então alguém inventou a moeda e f#deu tudo. Em nome do “prático”, algum retardado mental deve ter chegado ao rei com uma ideia que ele achava muito esperta.

- Bom dia, seu rei!
- Fale, plebeu.
- É o seguinte, tive uma ideia que vai arrebentar a boca do balão!
- Que? Boca de quem?
- Ah! Nada não. Essa gíria só vai ser criada daqui vários anos. Como ia dizendo, tive uma ideia fantástica!
- Mas diga, homem!
- Calma, tchê!
- Tchê?
- Ah, outra expressão que só vai ser criada daqui vários anos.
- Mas quem diabos falaria “tchê”?
- Ah, um povinho estranho, machão, viciado em carne, que tomam água quente com umas ervinhas e que falam “Bah” também. Mas não dá bola, chefe. O negócio é o seguinte: inventei a moeda!
- Moeda? Outra gíria?
- Não, não. A moeda vai substituir o sistema de trocas. Por exemplo, ou invés de eu levar meus porcos para trocar por sua vaca, vou levar moedas.
- Hum. E o que são essas moedas?
- Isto aqui, ó.
- E tu acha que minha vaca vale só esse pedacinho de metal, é? Guardas, cortem-lhe a cabeça!
- Não! Calma aí! O valor é simbólico.
- Como assim?!
A discussão durou horas até o rei entender o que era a criação.

Mas não importa como ela foi criada, o que importa é que, nos dias atuais, ela é um grande problema. Moedas não são mais práticas, cômodas e confortáveis. São uma grande e fedida b#sta!

Imagine a cena: Você está no mercado e o troco que você receberá é de R$10,73. Você recebera uma nota de dez, que é muito cômoda, porque é só dobrar, aconchegá-la no bolso e ninguém vai notar que ela está lá. Então começa o pesadelo. Você vai ganhar duas moedas de 25 (caixas de mercado nunca têm moedas de 50), uma de dez, duas de 5 e três de 1. Então você terá oito moedas pra guardar. Supomos que você esteja a pé, vestindo um jeans com quatro bolsos. Você pode fazer o seguinte:
a) colocar todas as moedas no mesmo bolso e sair na rua parecendo que roubou butiás de uma árvore;
b) colocar quatro moedas num bolso e quatro no outro e sair por aí soando igual a um sino;
c) colocar duas em cada bolso e soar como um guizo;
d) doar as moedas pra um mendigo;
e) pedir o troco em balinhas;
ou f) mandar o caixa pra puta que o pariu e jogar as moedas nele com muita gana.
Você terá todos esses problemas por menos de um real, enquanto sua nota de dez continua lá no bolso, discreta, sem que ninguém saiba da sua existência.

Temos três soluções possíveis.
1. Eliminar esse negócio de centavos e deixar o preço inteiro. Então R$ 1,99 viraria R$ 2,00, R$ 6,60 viraria R$ 7,00 e assim por diante;
2. Acabar com moedas e notas, daí todo mundo usa só cartão de crédito. Igual no The Sims;
2. Eliminar o dinheiro de vez e trazer de volta o sistema de trocas. “Troco meu MP9837491 player por um HD externo!”.

Não sou só eu que não gosto de moedas! Tanto que o Governo Federal criou uma campanha pra que o povo use suas moedas. Aliás, foram 30 moedas que mandaram Jesus pra cruz, amigo! Elas são traiçoeiras!

Publicado por: Jean Dettenborn | 15/12/2009

Decoração de natal da TraçoD

Decoração da agência TraçoD

Calma! Ainda não tá pronto! E, sim, a grama tá enorme

Nós, aqui da agência onde eu trabalho, passamos algumas noites montando uma pequena surpresinha para os nossos clientes, amigos e quem passar por aqui! Ainda faltam algumas coisas e alguns ajustes que serão feitos hoje ainda, mas uma boa parte do trabalho já pode ser conferido ali no nosso jardim.

Se você não tiver como vir até aqui, dá uma olhada no vídeo abaixo e acesse o link do nosso Flickr para sentir o gostinho! Lembrando que ainda temos mais coisas para fazer… a grama tá enorme!

http://www.flickr.com/photos/tracod

Segue a gente no Twitter (@tracod), prometo que nós vamos contar as novidades por lá. Abraço!

Publicado por: Jean Dettenborn | 08/12/2009

Carro ajuda a pegar mulher?

Sim. E não há pessoa nesse universo (e nem em outra dimensão provável) que vai convencer esse barrigudinho aqui do contrário.

Amiguinho, tu já estás velho o bastante para saber algumas verdades do mundo.

Uma é que tampas de canetas quebram ou somem devido à rotação de júpiter. Outras dessas verdades é que mulheres gostam de dinheiro. E, consequentemente, de carros. Não porque o alinhamento dos planetas faz com que isso seja uma verdade universal ou porque elas sejam mercenárias interesseiras. Elas gostam de carros porque ficar/namorar/transar com um cara que tem carro é muito mais cômodo (e chique). Não que eu já tenha ficado/namorado/transado com um cara que tem carro, mas analise as seguintes cenas:

Cena 1

- Oi gatchênha ;)

- Olá garotão. Hihihi.

- Quer ir no meu AP tomar uma geladinha? ;)

- Ai! Eu quero. Hihihi. Cadê teu carro?

- Am… na oficina. Deu problema no… no… bem, não importa. Eu estou aqui com meu patinete cromadão, com rodas de liga leve. Bora lá?

- Não.

- :(

Cena 2

- Oi gatchênha ;)

- Olá garotão. Hihihi.

- Quer ir no meu AP tomar uma geladinha? ;)

- Ai! Eu quero. Hihihi. Cadê teu carro?

- Está ali. Não vê aquele belo BMW conversível?

- ME LEVA PRO CÉU!

Convenhamos em quatro aspectos:

1. Ambas as cenas poderiam perfeitamente acontecer na vida real;

2. Se tu tá afim de diversão com a moça, o mínimo que ela espera de ti é que tu tenhas um carro pra poder levá-la e buscá-la com toda a comodidade (e de preferência numa Mercedes);

3. Não importa o quão horroroso tu és; um carro te deixa lindo, garanhão;

4. Elas sempre vão dizer que não ligam pra grana.

Publicado por: Jean Dettenborn | 30/11/2009

Bar

Antes de mais nada, marque com um “xis” as opções que tu consideras verdadeiras:
Bar é…
1. (  ) Um lugar apenas de divertimento nos fins de semana.
2. (  ) Um lugar onde os garçons são simpáticos e usam smoking.
3. (  ) Uma porcaria de lugar. Odeio bares.
4. (  ) Um lugar apenas masculino, sem mulheres.
5. (  ) Coisa de bêbado lazarento.
6. (  ) Uma perda de tempo. Prefiro pegar um cineminha.
7. (  ) O melhor lugar do mundo, o meu lar! Muito trago, mulher, fumaça, gente gritando e quebrando garrafas! É um verdadeiro parque de diversões! Cara**o… BAR!

Agora, atenção. Somente a opção 7 está correta. Quem marcou qualquer outra opção, pare de ler agora! E mais: quem marcou outra opção que não seja a 7 é gay. Ou mulher.
Outra coisa, não estou aqui falando de bar de luxo. Estou falando de taverna, po**a! Bar podre, zoado, cheio de bêbados, trash, caindo aos pedaços e com petiscos de procedência duvidosa.

Bar! Ah, o bar, templo da masculinização de Homero, buteco, bagaça, muquifo úmido! No nosso templo podemos fazer tudo o que precisamos e queremos: beber cerveja, coçar, falar alto, arrotar, comer qualquer petisco que vier, olhar mulheres, ouvir música alta, gritar um monte de porcarias. Quer mais? Ainda tem o banheiro, onde tu podes levar uma gatinha pra “conversar”. ;)

Diferentemente das mulheres, nós não precisamos viajar, assistir filmes, ir ao cinema, ir a festas sociais, praticar esportes (…) para nos entretermos. Precisamos de um bar. Só de um bar. Ah, precisamos de dinheiro também, mas não para comprar roupas e sapatos. Dinheiro que é pra cerveja.

O bar é a nossa maior necessidade! Coloque o bar no topo da sua lista de afazeres. Quer saber? Não tenha uma lista de afazeres, tenha um papelzinho amassado escrito “BAR!”, com letras maiúsculas e um ponto de exclamação.

Tu sabes que bar é bom. Bar é f*da! Então, vá pra lá agora! Largue o trabalho, a família, a mulher e vá pra’quela taverna úmida. Chame aquilo de casa e chame o bêbado que está dormindo na mesa de sinuca de irmão! Mas não seja tão irmão a ponto de limpar o vômito dele.
Já calculou quantos goles de cerveja tu poderia ter dado se não tivesse lendo isso aqui? Não perca tempo calculando! VÁ PRO BAR!

Um recado:
Meus amados seres do sexo feminino: não peçam para serem levadas ao bar. Acredite em nós quando dizemos que é para poupá-las. Bar é pra macho! E para vagabundas, o que não é o caso de vocês. Se vocês fossem pra uma taverna de verdade, provavelmente o trauma seria tão grande que jamais olhariam para um homem novamente. Não queremos que isso aconteça. É para seu próprio bem, acredite.

(O conteúdo acima é puramente humorístico, o autor não é esse ogro horrendo que parece ser. Juro! Por outro lado, seu alterego – chamado Gusmão – está olhando pra sua bunda.)

Publicado por: Jean Dettenborn | 25/11/2009

Espírito do natal

Quando eu era criança – como toda outra criança – detestava de verdade ganhar de natal (ou aniversário) qualquer coisa que fosse feita de pano. Isso incluía camisetas, calças, cuecas e principalmente o pior presente que pode se dar para uma criança: meias. Criança quer brinquedo! Foda-se se ela parecer um mendigo, o que importa é ter o Max Steel novo e fodão.

Mas o tempo voa! A gente cresce e não quer mais ganhar brinquedos. Hoje pela manhã notei que a grande maioria das minhas meias estão completamente furadas nas pontas dos dedos, principalmente no dedo que eu chamo de Rodolfo, o dedão.

Então, estou mandando minha criança interior pro inferno e vou pedir encarecidamente: continue não me dando meias no natal! Danem-se as meias: me dê grana! Que é disso que gente grande gosta. Grana e cerveja! Grana, cerveja e carro! Bem, na verdade, grana, cerveja, carro e mulher. Mas no fim das contas, grana atrai isso tudo mesmo.

Publicado por: Jean Dettenborn | 07/11/2009

Ganhe um convite pro novo orkut

Quem quiser convite pra essa bagaça nova, deixa um comentário ou envia um email (oi@jeand.com.br) com o contato (email) que eu envio o convite.

Simples, fácil e direto. Pronto, fiz minha boa ação do dia.

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